O
que vos vou contar remonta ao tempo de faculdade. Eramos 5 amigos inseparáveis
eu a única mulher do grupo. Passaram vários anos sem nos comunicarmos, até que
um dia houve uma festa dos antigos alunos em que todos comparecemos. Eu, Alex,
Michael, Joca e Renato irei dizer os nomes apenas como A., M., J. e R.. Quando
nos reencontrámos foi uma festa. Abraçámo-nos um a um e prometemos nunca mais
nos separar, havia tantas memórias para relembrar. Trocámos de números de
telefone.
Eu
segui desporto, era PT. Renato trabalhava na área da publicidade. Alex era e
sempre foi o ás da informática. Joca e Michael trabalhavam juntos em eventos.
Combinámos
um jantar na semana seguinte, precisamente em casa de M.. Uma casa grande, com
piscina e vista para a praia, num local bem sossegado. Tivemos uma receção
calorosa, com aperitivos e digestivos de entrada, para a conversa poder voar.
Reparamos que havia muita cumplicidade entre J e M, na altura, corria um rumor
de que J. e M. mantinham um relacionamento homossexual. Confrontamo-los e J.
respondeu: “ele chupou o meu caralho e eu comi o cu dele, num dia que
fomos fazer um trabalho de grupo”. Nessa altura M. negava, mas desde esse tempo
J. e M. mantinham uma relação, e viviam juntos. R. e A. como de costume
sentaram-se num canto conversando sobre negócios. Jantámos e conversámos sobre
o passado e o presente, após o jantar continuámos a beber umas caipirinhas
junto á piscina. Foi uma risota pegada.
A
dada altura perguntei se podíamos dar um mergulho na piscina, pois a noite
estava quente. Todos olharam uns para os outros, tiraram as roupas e saltaram
para a água. Ouviam-se piadas de R. e A. dizendo ao J. e ao M. cheguem-se para
lá que não jogamos nesse clube. Então Pet (diminutivo do meu nome) não vens?
Disse
que já regressava. Entrei em casa, fui ao quarto de hóspedes, tirei a roupa e
coloquei uma canga comprida transparente, que me acompanha sempre nestas noites
quentes. Cheguei á piscina e eles gritavam: “tira a roupa e salta para a água,
somos todos amigos!”. Tirei a canga e pude ver as caras deles, babando.
Juntei-me a eles, mergulhando sem roupa. Aproximei-me de J e M sentia-me mais
“protegida” mas rapidamente senti o R. a roçar-se em mim, voei no tempo e
relembrei velhas histórias nossas. J. olhou para o M. e disse: – Nunca me
esqueci do dia em que me enrabaste.
Parecia
que palavras mágicas tinham sido ditas… todos nos soltámos mais.
Após
alguns minutos na piscina mudamo-nos para a sala. Deitei-me no sofá e
rapidamente R. ajoelhou-se e senti a sua língua quente tocar-me o clitóris,
enquanto me enfiava os dedos na cona e dava ao Alex para ele lamber. Enquanto
eu chupava o A. ele chupava e apalpava-me as mamas. J. e M. fitaram o olhar e
silenciosamente cada um posicionou-se. Joca lambia o caralho de Alex comigo
enquanto trocávamos beijos. Michael mamava no caralho de Renato. Fiquei ainda
mais excitada com a imagem que tinha. R. levantou-se e penetrou-me, e ao mesmo
tempo M. “tirava os 3” ao Renato, enrabando-o. Joca fez o mesmo e iniciou os
movimentos para “tirar os 3” a Alex. Os machos a serem enrabados!
Só
se ouviam os gemidos e as pancadas secas do contacto dos corpos. Pedi ao R para
se deitar no chão, queria ser penetrada por 2. Ele deitou-se, sentei-me naquele
caralho, já tinha saudades, fiquei de 4, Michael veio por trás e lentamente
forçou a entrada para me enrabar. Comecei a cavalgar estava a ser excitante
demais. Alex e Joca faziam a festa os dois. Uns minutos depois senti o orgasmo
a vir e gritei. Michael explodiu de seguida, mas R continuou com as estocadas
fortes até gozar.
Olhamos
uns para os outros, rimos…Depois daquele dia, nunca mais nos separámos, e
sempre que nos encontrávamos,… havia festa.
Exotic
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