8 de março de 2013

My colleague



Tudo começou há uns 4 anos quando fui trabalhar para a empresa, onde trabalho até hoje. A primeira vez que o vi senti uma exaltação muito grande, ele é um quarentão muito charmoso de cabelo grisalho e olhos verdes.
No 10º aniversário da empresa, todos saímos e fomos comemorar a um bar, que a partir de determinada hora tornava-se discoteca. Copos, muita conversa, muitas gargalhadas, muita “fofoca”…, alguns começaram a dançar. Levantei-me e comecei a dançar á frente dele, rodopiando de vez em quando, insinuando-me discretamente. As luzes começaram a baixar de intensidade ficando a pista escura. Comecei a sentir a respiração dele junto ao meu pescoço e a encostar-se a mim. Eu gostava do que sentia e queria mais, mas sabia que ele era comprometido. Mas eu não era freira!
Sendo ele comercial, nem sempre ia á empresa em horários dentro do meu expediente. Era uma sexta-feira, final da tarde, estava eu a fazer uma pesquisa na internet, quando levantei os olhos e…la estava ele. O meu coração disparou, comecei a ficar quente com a excitação.
O meu telemóvel deu sinal de SMS, olhei para o visor, mas depressa o meu olhar retomou ao ponto de onde saíra, recebendo de bónus um sorriso maroto e um piscar de olho.
Discretamente li a SMS que dizia: “hoje vou-te querer, na minha sala ASAP…finalmente sou livre. Um beijo quente”. Levantei-me e fui á wc refrescar-me.
Após uns minutos, agarrei numas pastas e na agenda, como desculpa de ir tratar de um assunto de trabalho e dirigi-me á sala dele. Entrei e fechei a porta, trancando-a lentamente, para não se aperceberem. Tinha vestido uma saia comprida, vestuário que raramente trazia para o escritório.
Os nossos sorrisos diziam tudo, havia uma atração, um desejo e um querer, muito grande de parte a parte. Sentei-me na poltrona que ele tinha no gabinete, ele ajoelhou-se no meio das minhas pernas. Segredei-lhe que estava muito excitada, agarrei na mão dele e meti-a por baixo da saia, até á rata que escorria (havia retirado a roupa interior quando fui ao wc). Ele aproveitou, enfiou o dedo várias vezes. Levantamo-nos; Beijamo-nos. Abri-lhe as calças e tirei-lhe o órgão para fora, alisei-o algumas vezes…
Parei, recompus-me e disse-lhe:
- Queres este docinho?! “Sobreamesa” após o jantar. Apanha-me na paragem do autocarro.
Abri a porta do gabinete e saí… apressei-me a arrumar a secretária, desejando a todos um bom fim-de-semana e saí.
Mal chegou ao local combinado, disse-lhe que tinha sido má. Aticei-o e deixei-o com sede de ir ao pote… disse-lhe: hoje podes castigar-me…
Levou-me para casa dele. Mal entramos arrancou-me a roupa do corpo, despiu-se, pegou-me ao colo e levou-me para o jacuzzi. Namoriscamos no banho excitando-nos mutuamente. Algum tempo depois ele disse:
- Agora sim vou-te dar o castigo que mereces!
Levou-me para o quarto onde tinha uma cadeira erótica; algemou-me, colocou-me uma venda e deu início ao castigo… começou a lamber-me a rata e o cuzinho simultaneamente, fazendo eu ter um orgasmo. Pôs-me o pau na boca e iniciou os movimentos lentamente para eu poder usufruir daquele prazer. Enquanto o chupava ele chamava-me de descarada, safada… Ainda me deixava mais excitada. Levantou-se, colocou as minhas pernas erguidas nos ombros, penetrou-me lentamente, ao mesmo tempo que acariciava o meu clitóris. Iniciou os movimentos de vai-e-vem, alternando estocadas lentas com estocadas fortes, ao mesmo tempo que me “mordiscava” os mamilos com os dedos. Chegamos ao orgasmo juntos, pouco depois.
Passámos o fim-de-semana juntos e experimentámos todas as posições da cadeira. Quando voltamos ao trabalho comportamo-nos como se nada tivesse acontecido. Mas repetimos sempre que temos tempo livre.

Exotic


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